SIAMFESP em Ação

A verdade sobre as panelas de alumínio

13/03/2020

Entidade traz fontes confiáveis para demonstrar a segurança no uso dos utensílios feitos com o material.

 238 ALUMINIO FAKE NEWS

O SIAMFESP  é um dos membros da Comissão de Estudo do Alumínio, formado por diversas empresas, fornecedores e entidades do setor. Nos últimos tempos,  tem sido tema das reuniões um  vídeo intitulado “As Piores e Melhores Panelas do Mundo”, do canal “Palestrante Tiago Rocha”, que repercutiu na internet nos últimos meses.

Após classificar as panelas de alumínio como as piores do mundo e recomendar que seus espectadores se livrem das suas, Tiago Rocha diz ser “comprovado que o alumínio se desprende da panela, cai na corrente sanguínea e vai direto para o cérebro”. No entanto, não oferece qualquer tipo de fonte para endossar suas palavras, seja durante o vídeo ou em sua descrição.

O SIAMFESP, como entidade que congrega os fabricantes  de panelas, não pode deixar de alertar para a falta de responsabilidade de um comentário desse tipo. Basta fazer uma rápida busca na internet para encontrar diversos estudos realizados por entidades confiáveis, mostrando justamente o contrário.

Vale ressaltar que  o alumínio é um material  considerado adequado para consumo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e também pelo Foodand Drug Administration – FDA, órgão oficial de saúde dos Estados Unidos.

Também não há qualquer estudo que relacione problemas como mal de Alzheimer e câncer  com o  uso das panelas. Segundo  relatório produzido em 1997 pelo grupo de tarefa especial do International Programon Chemical Safety, da OMS (Organização Mundial da Saúde), e pelo UNEP (Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas), que descarta o alumínio como causador do Mal de Alzheimer.

Outro estudo é   do Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), concluiu que “a quantidade de alumínio transferido aos alimentos em duas refeições diárias, considerando o preparo em panelas feitas do material, corresponde a apenas 12,25% do limite de ingestão diária da substância, limite definido pela Organização Mundial de Saúde”.

Fonte: AZM Comunicação

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